Tensão no Oriente Médio impulsiona preço do petróleo e impacta mercados financeiros globais e brasileiros

A intensificação dos conflitos armados no Oriente Médio, especialmente entre Israel e o Irã, marcou o fim da semana passada.

Na noite de quinta-feira, Israel lançou ataques aéreos em Teerã, visando instalações nucleares, fábricas de mísseis e líderes militares iranianos, levando o Irã a retaliar com mísseis direcionados a Israel.

Essa escalada de tensão causou um aumento de 9% no preço do petróleo, gerando preocupações sobre a segurança do Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o transporte da commodity.

No fechamento da sexta-feira, o dólar apresentou uma leve queda de 0,04%, cotado a R$ 5,5413, após um início de manhã em alta, com a moeda acumulando uma desvalorização de 0,52% na semana e de 10,32% no ano.

O índice Ibovespa também sofreu impacto, encerrando o dia em queda de 0,43%, mas com um ganho de 0,82% nos últimos cinco dias.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 teve uma redução de 1,13%, enquanto os rendimentos dos títulos do governo subiram.

No Brasil, a falta de acordo entre o governo e o Congresso sobre questões fiscais continua a ser uma preocupação, especialmente em relação à arrecadação após mudanças no IOF.

A próxima semana trará momentos importantes, como decisões de política monetária dos bancos centrais.

Entre as ações, a PETROBRAS se destacou, com um aumento nas suas cotações que acompanharam a alta do petróleo, enquanto VALE enfrentou queda devido à aversão ao risco no mercado.

Também se destacaram as oscilações de outras ações, como CVC BRASIL e MAGAZINE LUIZA, que apresentaram quedas significativas em meio ao aumento das taxas de juros.

A JBS, por sua vez, fez sua estreia na bolsa de Nova York com suas ações subindo rapidamente durante o dia.

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