Ruptura entre Trump e Musk Repercutem nos Mercados enquanto EUA e Europa Avaliam Políticas Monetárias

O contexto internacional se enriqueceu com um novo desdobramento interessante: após um aparente alívio nas tensões entre os EUA e a China — com um aceno de Trump a Xi Jinping —, o presidente americano direcionou suas críticas a Elon Musk, um ex-aliado.

Essa ruptura entre duas figuras influentes repercutiu nos mercados, causando uma queda nas ações da Tesla e impactando o setor tecnológico.

No meio dessa disputa, o foco do dia nos EUA recai sobre o relatório de empregos de maio, que deve mostrar uma desaceleração na criação de postos de trabalho. Isso, caso se confirme, poderá aumentar as expectativas de um corte de juros pelo Federal Reserve já em julho.

O Banco Central Europeu também agiu recentemente, reduzindo sua taxa de depósito em 25 pontos-base para 2,00%, embora a presidente Christine Lagarde tenha evitado reforçar expectativas de cortes mais abrangentes, o que pode ser discutido em sua fala de hoje.

Com cortes no BCE e um payroll decepcionante, há um espaço maior para que o Fed também possa flexibilizar sua política monetária, mesmo que de forma moderada.

No Brasil, o Ibovespa caiu com a tensão nos mercados globais e os fracos desempenhos da Bolsa americana. Enquanto isso, se aguarda a formalização de um pacote de medidas para substituir o aumento do IOF.

A desconfiança permanece, pois as soluções propostas parecem longe de resolver a questão da disfuncionalidade fiscal do país. O governo teve um atraso significativo na implementação de ações que poderiam mitigar esse problema.

Enquanto isso, o mercado de trabalho nos EUA foca no relatório de payroll, esperando modestos 130 mil novos empregos e uma taxa de desemprego estável em 4,2%, em um cenário de inflação persistente.

Os conflitos entre Trump e Musk, que antes eram alianças estratégicas, agora se transformaram em um embate público acirrado. Isso reflete tensões não apenas pessoais, mas também sobre questões fiscais que podem impactar a economia americana.

Em outra frente, Trump confirmou uma conversa recente com Xi Jinping, citando a perspectiva de reabertura de negociações comerciais, especialmente sobre a matéria-prima de terras raras, que se tornaram um ponto crucial nas relações bilaterais.

Finalmente, a dependência crescente de nações em relação ao financiamento chinês, trazida pela Iniciativa do Cinturão e Rota, destaca os riscos geopolíticos dessas dívidas, transformando-as em um meio de controle sutil.

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