Os resultados do segundo trimestre de 2025 do BTG Pactual, Itaúsa e Caixa Seguridade, assim como os dividendos anunciados pelas duas últimas empresas, estão entre os principais pontos da agenda corporativa desta terça-feira.
O BTG Pactual registrou um lucro líquido ajustado de R$ 4,2 bilhões, marcando um aumento de 42% em relação ao mesmo período do ano anterior e superando as expectativas do mercado, que previa R$ 3,64 bilhões, além de apresentar um ROE de 27,1%.
A Itaúsa também divulgou um lucro recorde de R$ 4 bilhões, alta de 11% em relação ao ano passado, impulsionado pelo desempenho do Itaú, e anunciou a distribuição de R$ 2 bilhões em juros sobre o capital próprio.
A Caixa Seguridade, por sua vez, relatou um lucro líquido gerencial de R$ 1,04 bilhão, com crescimento de 35,2%, e aprovou a distribuição de R$ 960 milhões em dividendos.
Na área de consumo, a Natura reverteu um prejuízo do ano anterior, alcançando um lucro líquido de R$ 195 milhões, embora sua receita líquida tenha caído 1,7%.
O Grupo SBF também teve um bom desempenho, com lucro líquido de R$ 87,2 milhões, um crescimento de 19%, enquanto a Sabesp reportou um salto de 64% no lucro líquido ajustado, alcançando R$ 1,96 bilhão.
No setor de energia, a Vibra Energia enfrentou uma queda de 66,3% em seu lucro líquido, totalizando R$ 292 milhões, influenciada pela redução nos preços dos combustíveis.
Outras empresas, como a Motiva, Even, Direcional e Marisa, apresentaram resultados variados, incluindo crescimento e desafios, refletindo diferentes realidades no mercado.
A Motiva, por exemplo, registrou um aumento de 1,3% no tráfego de veículos, enquanto a Even teve uma queda de 32,6% no lucro. O Banco ABC Brasil viu uma leve queda de 2,4% em seu lucro, enquanto a Automob ampliou seu prejuízo para R$ 38,7 milhões.
A Vamos, por outro lado, reportou um lucro de R$ 92,8 milhões, alinhado com as expectativas do mercado.
Por fim, a São Martinho divulgou um lucro de R$ 62,8 milhões para o primeiro trimestre da safra 2025/26, embora tenha reduzido em 40,9% em relação à safra anterior.

