Resultados do 2T de 2025 dos Bancos Brasileiros: Itaú e Bradesco Superam Expectativas enquanto Banco do Brasil Enfrenta Queda



Resultados do Segundo Trimestre de 2025 dos Bancos Brasileiros

A temporada de resultados do segundo trimestre de 2025 chegou ao fim com as divulgações dos principais bancos do Brasil, incluindo Itaú, Santander, Bradesco e Banco do Brasil.

Este é um período crucial para os investidores, especialmente para aqueles que operam com ativos de risco, uma vez que o desempenho dessas instituições pode influenciar diretamente o valor das ações e a distribuição de dividendos.

No trimestre, o Santander apresentou um lucro líquido recorrente de R$ 3,6 bilhões, abaixo das previsões, mas com um crescimento de 9,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O Bradesco teve um aumento de 29% em seu lucro, atingindo R$ 6,1 bilhões, superando expectativas do mercado.

O Itaú registrou um lucro recorrente de R$ 11,5 bilhões, um crescimento anual de 14,3%, levemente acima do consenso.

Por outro lado, o Banco do Brasil, que divulgou seus resultados por último, reportou um ajuste para lucro líquido de R$ 3,8 bilhões, com uma queda de 60% em comparação ao ano anterior.

Exceto pelo Banco do Brasil, cujos resultados negativos já eram esperados, todos os demais bancos apresentaram crescimentos significativos em seus lucros, um sinal positivo sobre a saúde financeira das empresas.

Contudo, existem muitos fatores a serem analisados antes de decidir investir em uma ação. Neste contexto, Larissa Quaresma, analista da Empiricus Research, identificou apenas uma ação bancária que vale a pena no momento.

Essa ação foi destacada em sua carteira recomendada mensal, onde a analista elaborou quatro razões para manter a recomendação após analisar o desempenho do banco no segundo trimestre de 2025:

  • A instituição superou as expectativas de lucro, alcançando um total de R$ 11,5 bilhões, com um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 23,3% e um guidance anual revisado para cima, indicando um lucro 2,5% superior ao projetado anteriormente;
  • A inadimplência permaneceu sob controle, com um índice de atrasos moderado e uma despesa de inadimplência que se manteve estável;
  • A carteira de crédito do banco cresceu, atingindo R$ 1,4 trilhão, com destaque para os segmentos de Cartão de Crédito e Imobiliário;
  • A performance em tesouraria foi superior à de outros bancos, apesar dos desafios setoriais.

A ação em questão é o Itaú, que, segundo a analista, justifica seu valuation superior devido à sua rentabilidade e consistência na execução.

Além do Itaú, a carteira inclui outras nove ações promissoras, que podem ser acessadas gratuitamente após um cadastro simples.


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