A Petrobras, uma das empresas mais atraentes da Bolsa de Valores, está enfrentando a concorrência da Prio, que se destacou entre as petrolíferas.
Especialistas identificam dois fatores principais que elevam a Prio, antiga Petro Rio, no mercado: a concessão de uma licença ambiental pelo Ibama para explorar o campo de Wahoo e a aquisição da totalidade do campo de Peregrino, um negócio que deve ser completado entre 2025 e 2026.
Essas movimentações podem dobrar a produção da Prio até o próximo ano, o que, segundo analistas, reforça seu potencial como geradora de caixa e pagadora de dividendos.
Enquanto isso, na Petrobras, a previsão para dividendos permanece modesta, com expectativas de pagamento limitado a cerca de 10%, em um cenário onde a cotação do barril de petróleo fica entre US$ 65 e US$ 70.
Embora a estatal tenha estabelecido uma política de alocação de capital e distribuição de dividendos, não se espera que ela retorne aos altos níveis de remuneração de anos anteriores.
Assim, tanto Prio quanto Petrobras foram temas centrais em discussões sobre investimento e dividendos realizadas em evento recente, com perspectiva de longo prazo em mente para os investidores interessados.

