Recentemente, a Petrobras alcançou a marca de maior distribuidora de dividendos do mundo, conquistando essa posição em 2022, de acordo com o Índice Global de Dividendos. No ano seguinte, a companhia voltou a figurar na lista, ocupando, no entanto, a 13ª posição.
Para 2025, a perspectiva não é tão otimista, especialmente com a baixa acentuada de mais de 16% no preço do petróleo nos últimos 12 meses. Apesar disso, a empresa ainda pode surpreender os investidores, segundo Ruy Hungria, analista de investimentos e responsável por uma carteira de dividendos da Empiricus Research.
Hungria menciona que, na mais recente divulgação de resultados, a Petrobras teve um aumento na produção de petróleo, o que pode compensar a queda nas cotações atuais. Ele acredita que, mesmo com os preços em baixa, os dividend yields da empresa permanecem atrativos, podendo alcançar entre 10% e 12% ao ano, dependendo do valor do petróleo.
A estatal continua sendo uma das principais pagadoras de dividendos no Brasil e, em julho, suas ações se valorizaram 4%. A carteira recomendada de dividendos desenvolvida por Hungria incluiu a Petrobras e obteve resultados positivos, com um yield estimado em 6,7% para 2025.
Desde o início do ano, as ações selecionadas apresentam um avanço de 22,5%, superando o desempenho do Ibovespa. A carteira é gratuita e oferece análises das empresas escolhidas, além de informações sobre o cenário do mercado.
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