Com a Selic fixada em 15%, é difícil prever um cenário otimista até o fim do ano, segundo Felipe Miranda. Ele acredita em um ambiente favorável para investimentos de risco brasileiro em um prazo de 18 meses, apoiado pela queda da inflação, dados de emprego americanos fracos, valorização de mercados emergentes e a expectativa de cortes na taxa de juros futura.
Em relação à taxação imposta por Donald Trump, Miranda observa que, apesar de a situação ter melhorado em comparação com os temores iniciais, ainda existem produtos brasileiros que enfrentam altas tarifas e há potencial para negociar isenções adicionais.
Ele também comenta sobre a aplicação da Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes, destacando que, embora isso possa influenciar os grandes bancos, a probabilidade de sanções diretas é baixa. Isso se deve ao fato de que tais sanções poderiam criar um precedente complicado para as relações diplomáticas, exacerbando tensões.

