Recentemente, o presidente dos Estados Unidos anunciou novas taxas de importação que afetam 24 países e a União Europeia, com a divulgação das cartas iniciando na última segunda-feira.
As tarifas devem entrar em vigor em 1º de agosto, mas Trump manifestou a abertura para negociações. Ele também indicou que as tarifas podem ser elevadas se houver retaliações por parte dos países afetados.
Alguns países, como o Reino Unido e o Vietnã, conseguiram acordos que resultaram em taxas menores do que o previsto anteriormente. A lista de países que foram tarifados inclui Japão, Coreia do Sul, Brasil e outros.
O presidente também prorrogou a implementação das tarifas inicialmente programadas para julho. Nos dias seguintes, ele anunciou taxas específicas para produtos de vários países.
Foi imposta uma alíquota de 50% sobre produtos brasileiros, devido à relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e uma taxa de 35% sobre importações canadenses, citando preocupações com o fentanil.
No entanto, ele deixou claro que as tarifas são um meio de pressão, e as conversas continuam na busca de um acordo que possa evitar a implementação definitiva.

