A Nvidia, que durante quase três semanas foi a única empresa mundial com valor de mercado superior a US$ 4 trilhões, agora tem companhia: a Microsoft acaba de alcançar o mesmo patamar.
Esse feito foi alcançado após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2025, que superaram as expectativas e animaram os investidores.
Os resultados, apresentados na última quarta-feira, foram especialmente impulsionados pela divisão de computação em nuvem, com vendas do Intelligent Cloud totalizando US$ 29,878 bilhões, um crescimento de 25,6% em relação a 2024.
Os serviços da plataforma de nuvem Azure tiveram um aumento de 39% no trimestre, superando a previsão de 34% feita pelos analistas.
A principal linha de receita da Microsoft, que inclui a parte de Productivity and Business Processes, totalizou US$ 33,112 bilhões, representando um aumento de 15,7% em comparação ao ano anterior.
Além disso, as vendas do Microsoft 365 para empresas e usuários individuais cresceram 18% e 20%, respectivamente.
A receita total da companhia no segundo trimestre foi de US$ 76,441 bilhões, com um aumento de 18,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O CEO Satya Nadella destacou que as tecnologias de computação em nuvem e inteligência artificial têm sido fundamentais para a transformação de negócios em múltiplos setores.
A Microsoft ainda apresenta um grande potencial futuro, com contratos comerciais restantes que totalizavam US$ 368 bilhões ao final do quarto trimestre do ano fiscal de 2025, subindo em relação aos US$ 269 bilhões do ano anterior, sendo 98% desse total composto por receitas recorrentes anuais.
Os bons resultados animaram os investidores, refletindo em uma alta de mais de 8% nas ações da empresa no after-market.
Entretanto, o analista Enzo Pacheco alerta que as ações da Microsoft frequentemente são negociadas acima de 30 vezes seus lucros projetados, indicando que esse status tem seu preço.
Pacheco menciona que, desde que as ações foram incluídas na carteira da série MoneyBets em novembro de 2021, elas já valorizaram mais de 70% em dólar.
Apesar desse desempenho passado não garantir retornos futuros, há uma oportunidade significativa de aproveitar novas valorizações no mercado internacional por meio de ações em boa fase de entrada, sem a necessidade de sair da B3.
Para ajudar, a Empiricus Research criou uma carteira gratuita com as 10 melhores ações internacionais para o mês de agosto, que contempla empresas em bons pontos de entrada e com boas perspectivas de valorização, segundo Pacheco.
Essa seleção busca diversificação entre diferentes setores, combinando ações mais defensivas com outras cíclicas, e todas estão disponíveis na B3 por meio de seus BDRs.
Para ver se as ações da Microsoft estão entre as recomendadas, basta acessar a carteira da Empiricus Research.

