Mercados Iniciam Agosto em Baixa com Impactos das Novas Tarifas Americanas e Dados Fracos de Emprego

A sexta-feira começa com um tom negativo para o mercado, que inicia agosto em baixa, reminiscentemente ao que ocorreu em abril, quando as bolsas sentiram os impactos das tarifas anunciadas pelo presidente americano.

Recentemente, a Casa Branca divulgou uma lista com tarifas para quase 70 países, que entrarão em vigor em uma semana, com taxas variando de 10% a 41%, ajustadas de acordo com os novos acordos comerciais. O Brasil enfrenta uma tarifa recíproca de 10%, que se soma a outras taxas, totalizando 50% sobre os produtos brasileiros. O presidente também formalizou a taxação, mas com várias exceções.

As reações nas bolsas têm sido negativas e, enquanto o Ibovespa apresenta problemas técnicos e permanece inoperante, o mercado futuro mostra uma leve queda. O dólar à vista está em baixa, cotado a R$ 5,5509.

Nos Estados Unidos, as principais bolsas enfrentam perdas significativas, com o Dow Jones caindo mais de 500 pontos e o S&P 500 e Nasdaq também em queda. Os números do relatório de emprego de julho não conseguiram conter as perdas, revelando a criação de apenas 73.000 empregos, bem abaixo do esperado, o que potencialmente levará o Federal Reserve a considerar cortes de juros antecipados.

Na Europa, as perdas se amplificam com o índice Stoxx 600 apresentando uma queda de 2%, afetando diversos setores, enquanto na Ásia, os mercados fecharam em baixa, com o Hang Seng recuando 1,07% e o índice Nikkei 225, do Japão, apresentando uma leve queda.

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