A empresa responsável pela gestão de água e esgoto em São Paulo completou um ano de privatização com aumento nos investimentos, conforme comunicado divulgado ao mercado.
Desde a privatização, foram aplicados R$ 10,6 bilhões, com R$ 6,5 bilhões investidos no primeiro semestre de 2025, representando um crescimento de 137% em comparação com o ano anterior. Desses, R$ 3,6 bilhões foram gastos no segundo trimestre, um aumento de 26% em relação ao primeiro trimestre do mesmo ano.
Além disso, a companhia gerou 7.500 empregos diretos até agora e espera criar 40 mil empregos diretos e indiretos nos próximos dois anos, além de ter R$ 35 bilhões em projetos contratados até 2029.
Desde a privatização, foram acrescentados 874 km de novas redes, incluindo 307 km de esgoto e 567 km de água. A privatização ocorreu em julho de 2025, captando cerca de R$ 15 bilhões e designando um investidor estratégico que adquiriu 15% da empresa por R$ 7 bilhões.
Durante esse tempo, as ações da empresa valorizaram 25%. O plano de investimento até 2028 é de R$ 47,4 bilhões, com destaque para o projeto de recuperação do rio Tietê, embora não inclua as consequências financeiras da privatização, que também busca expandir a área de concessão.
Até 2060, os investimentos devem totalizar R$ 260 milhões, com R$ 68 milhões voltados à universalização do acesso à água no estado de São Paulo até 2029. Indicadores de qualidade serão implementados para monitorar perdas de água, qualidade da água distribuída, vazamentos e reclamações dos usuários.

