O Fundo Verde, um dos hedge funds mais tradicionais no Brasil, retomou suas posições em ações brasileiras aproximadamente 10 meses após ter decidido liquidar todas as suas apostas nesse segmento, em setembro de 2024. Essa informação foi divulgada em uma carta na última segunda-feira, na qual a gestora Verde Asset Management, liderada por Luis Stuhlberger, ofereceu uma análise do cenário econômico global e da performance do fundo em junho.
A gestora ressaltou que os principais desafios permanecem, como a fragilidade fiscal e a escolha por aumentar gastos para ganhar popularidade. Além disso, o mercado está ansioso por mudanças eleitorais, mesmo enfrentando um alto custo de capital.
Apesar desse cenário difícil, o Fundo Verde voltou a investir em ações locais e aumentou suas posições em juro real, demonstrando confiança na recuperação do mercado.
A analista Larissa Quaresma, da Empiricus Research, também apresenta um panorama otimista, indicando que fatores como a antecipação de mudanças políticas em 2026, a expectativa de um influxo significativo de capital estrangeiro em 2025 e uma desaceleração da inflação contribuem para um outlook positivo para o mercado acionário brasileiro, especialmente à medida que se aproxima um ciclo eleitoral.
A analista acredita em um ambiente favorável para investimentos em ações, dada a combinação de uma atividade econômica ainda robusta, mas em desaceleração, e uma inflação em queda, sugerindo um “pouso suave” que impulsiona o mercado acionário.
Larissa, que gerencia uma carteira das 10 ações brasileiras mais promissoras, continua a apostar no mercado. Ela seleciona mensalmente ações com grande potencial de valorização, mesmo diante de um cenário fiscal desafiador e previsões inflacionárias altas.
Para os investidores interessados em aproveitar essa fase positiva do mercado, a Empiricus está disponibilizando, gratuitamente, acesso a essa seleção de ações, permitindo que os leitores conheçam as recomendações que podem enriquecer suas carteiras de investimento.

