Decisões judiciais sobre tarifas comerciais nos EUA geram volatilidade no mercado; Brasil apresenta queda no desemprego e crescimento econômico resiliente

Na última semana, o foco da mídia nos Estados Unidos foi sobre decisões judiciais relacionadas às tarifas comerciais.

Em uma dessas decisões, o Tribunal de Comércio Internacional determinou que o governo havia utilizado de forma inadequada a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional para implementar tarifas recíprocas, ordenando a reversão dessas medidas em dez dias.

Contudo, o governo recorreu ao Tribunal de Apelações, que suspendeu a decisão imediatamente após. Essa instabilidade nas decisões não deve obstruir o governo na implementação de sua política comercial, dado o leque de recursos legais disponíveis.

Nos mercados, isso gerou uma instabilidade que levou a uma volatilidade maior. O relaxamento das medidas contra a China tem sido associado a um aumento nas previsões de inflação e otimismo entre os consumidores, embora a continuidade desses desenvolvimentos dependa do desempenho do mercado de trabalho.

Recentemente, os pedidos de seguro-desemprego nos EUA superaram as expectativas. Nesta semana, será divulgado o primeiro relatório do mercado de trabalho, e as previsões esperam a criação de 130 mil novas vagas e uma taxa de desemprego de 4,2%.

No Brasil, a taxa de desemprego caiu para 6,6% em abril, superando as previsões. Embora a formalidade no emprego seja alta, ainda não há uma pressão significativa sobre os salários.

Quanto ao PIB brasileiro do primeiro trimestre, registrou um crescimento de 1,4%, um pouco abaixo da projeção, mas evidencia a resiliência da economia, com um aumento do consumo das famílias.

Os dados econômicos sugerem um crescimento superior a 2,5% para este ano, apesar das taxas de Selic elevadas.

Em relação aos investimentos em renda fixa, os títulos indexados à inflação de curto prazo continuam atraentes. Nos detalhes dos produtos financeiros recomendados, como CDBs e LCAs, há opções com diferentes rendimentos e prazos, mas todas garantidas pelo Fundo Garantidor de Créditos, ideal para investidores em busca de segurança e rentabilidade superior ao público.

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