Conflito entre Elon Musk e Donald Trump revela tensão sobre subsídios elétricos e questões financeiras da administração federal

No último dia 7, Elon Musk voltou a criticar publicamente Donald Trump, sugerindo que seu governo teria encoberto informações sobre a investigação de Jeffrey Epstein. A relação entre Musk e Trump tem se deteriorado desde junho, marcada por uma série de ataques nas redes sociais.

A discussão começou em 5 de junho, quando Musk republicou um tuíte de 2013 em que expressava sua indignação com os republicanos sobre a dívida nacional, ironizando a mudança de posição de Trump sobre o tema. O presidente respondeu insinuando que Musk estava chateado pela retirada de incentivos para veículos elétricos e revelou que não sabia se ainda poderia contar com a amizade do bilionário.

Musk, por sua vez, alegou que Trump estava sendo ingrato, já que sua ajuda foi crucial para sua eleição. Em sequência, Trump sugeriu que acabar com os subsídios de Musk seria uma boa maneira de cortar gastos, enquanto Musk afirmava que a Casa Branca não tinha divulgado todas as informações relacionadas aos arquivos Epstein, insinuando que Trump estava envolvido.

Após alguns dias de ataques, Musk tentou amenizar a situação, mas as críticas continuaram. A tensão ressurgiu em 28 de junho, quando Musk chamou o projeto de gastos de Trump de “insano”, e logo foi seguido por seu anúncio sobre a criação de um novo partido político.

Trump reagiu com desdém e lançou novas críticas a Musk, questionando a quantidade de subsídios que ele recebia. Recentemente, Musk voltou a insinuar que o governo ocultava informações sobre a lista de Epstein, reiterando que seria um defensor do fim dos subsídios federais para veículos elétricos.

Academicamente, o projeto de Trump foi estimado para aumentar significativamente a dívida federal ao longo de dez anos, gerando novas controvérsias.

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