A companhia aérea anunciou um resultado operacional, com Ebitda ajustado de R$ 709 milhões em julho e receita líquida totalizando R$ 2 bilhões, resultando em uma margem Ebitda ajustada de 35,2%, sem dados comparativos disponíveis.
Desde maio deste ano, a empresa está em recuperação judicial nos Estados Unidos e, ao final do mês anterior, possuía R$ 2,3 bilhões em caixa e equivalentes, além de R$ 1,9 bilhão em contas a receber.
Em junho, a receita líquida foi de R$ 1,64 bilhão e o Ebitda ajustado de R$ 420,4 milhões, com margem de 25,6%.
Esses resultados foram divulgados após a empresa reportar um lucro líquido de R$ 1,29 bilhão no segundo trimestre de 2025, revertendo um prejuízo de R$ 3,5 bilhões do mesmo período do ano anterior.
De acordo com uma análise, o foco dos investidores deve ser o processo de recuperação judicial, e a recomendação do JP Morgan para as ações da companhia é de venda.

