O mês de julho apresentou um cenário contraditório para os mercados financeiros, com um aumento no apetite por risco impulsionando o desempenho das ações globalmente, ao mesmo tempo em que o anúncio de tarifas por parte do governo dos EUA gerou incertezas sobre as movimentações da bolsa brasileira.
De acordo com um especialista do setor, o ambiente estava repleto de incertezas e questões fiscais preocupantes para os próximos meses. Em resposta, a gestora de investimentos desenvolveu uma estratégia que buscou minimizar os impactos desse contexto em suas carteiras.
No segmento de renda fixa, muitos portfólios tiveram rendimentos superiores ao CDI, impulsionados por uma abordagem conservadora. Mesmo a carteira mais arriscada conseguiu performance positiva, apesar das preocupações com novas tributações.
Na área de criptomoedas, os fundos que investiram nesse setor se beneficiaram de avanços regulatórios nos EUA, resultando em resultados satisfatórios, especialmente para altcoins como o ethereum, que se destacaram durante o mês.
Contudo, as carteiras de ações sofreram uma queda em função do desempenho negativo de uma das principais empresas do setor, levando o gestor a sugerir que as ações dessa companhia se tornaram atraentes para quem deseja entrar.
No cenário internacional, a gestora adotou uma postura mais agressiva, preparando-se para capturar o impacto positivo de divulgações de resultados esperadas em agosto.
Além disso, os fundos de previdência enfrentaram um desempenho fraco, mas apresentaram um potencial de recuperação. Sugere-se que sejam vistos como oportunidades para novos investimentos no longo prazo.
A gestão cuidadosa e uma visão estratégica continuam fundamentais em momentos de correção nos mercados.

