Na mais recente reunião do Comitê de Política Monetária, os dirigentes do Banco Central optaram por aumentar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, fixando-a em 15% ao ano. De acordo com a ata, essa taxa será mantida por um “período bastante prolongado”.
No entanto, analistas acreditam que a redução da Selic pode iniciar em janeiro de 2026. Se a queda realmente ocorrer, os investimentos em renda fixa, que geralmente são influenciados pela taxa de juros, podem se tornar menos atrativos.
Investimentos em títulos pré-fixados permitem que os investidores “travam” sua rentabilidade e se beneficiem da futura queda nas taxas. Há possibilidades de que títulos pré-fixados disponíveis possam dobrar o valor aplicado em um período de 5 anos.
Quando a Selic for reduzida, é provável que o mercado já tenha ajustado os preços dos títulos de renda fixa, diminuindo seus rendimentos em consonância com a nova realidade, tornando o momento atual o mais apropriado para esses investimentos.
Títulos que estão atrelados ao IPCA garantem que o capital investido não perca valor devido à inflação, e há boas oportunidades nessa área. Em breve, será lançado um título que pode oferecer uma rentabilidade de IPCA mais 11% ao ano, e aqueles que investirem nesse ativo terão a chance de dobrar seu capital em 5 anos, conforme prevê a corretora.
Os rendimentos projetados para o período até 2028 refletem as expectativas de inflação. Ofertas desse tipo geralmente atraem um grande número de investidores e se esgotam rapidamente, como ocorreu em uma situação anterior, quando um lote similar foi vendido em menos de dois minutos.
Por conta disso, uma lista de espera foi criada para produtos designados com o selo “Retornos Expressivos”. Aqueles interessados no título IPCA + 11% ao ano devem se inscrever rapidamente para garantir sua participação.

