Aumento de 50% nas tarifas dos EUA afeta produtos brasileiros e redefine oportunidades de investimento no mercado nacional

A partir de quarta-feira, um aumento de 50% nas tarifas sobre produtos brasileiros, como café, carnes, móveis e máquinas, entra em vigor nos Estados Unidos, impactando especialmente o Brasil, que será o mais prejudicado por essa medida.

Isso trará perdas significativas para a economia e para diversas empresas nacionais. O mercado começa a se questionar sobre quais empresas podem se beneficiar ou sofrer com essa nova realidade, enquanto os setores afetados buscam alternativas para minimizar os efeitos das tarifas.

A analista Larissa Quaresma, em recente entrevista, apresentou suas recomendações de ações a considerar após o aumento das tarifas. Apesar dos efeitos negativos para muitos negócios, há setores que se destacam, como o de papel e celulose, onde a Suzano, que obtém cerca de 15% de sua receita dos EUA, vê oportunidades de expansão, incluindo planos para uma nova fábrica de celulose.

Em contraste, empresas como a Weg, que exporta motores, são apontadas como as mais prejudicadas, já que seus produtos não foram isentos das tarifas e os custos de materiais também aumentarão. O BTG Pactual estima que o impacto das tarifas pode ser de R$ 2,3 bilhões para a Weg, representando 25% do seu Ebitda previsto para 2025.

Enquanto a Suzano é indicada como boa compra, a Weg não está entre as ações recomendadas. Além da Suzano, a analista mencionou outras nove ações que considera interessantes, destacando a importância da diversificação para otimizar ganhos e reduzir perdas, com foco em empresas rentáveis e em crescimento que não estão diretamente afetadas pela questão das tarifas.

É possível acessar essa lista de ações recomendadas gratuitamente, bastando realizar um cadastro para conhecer as sugestões de investimento propostas por Larissa Quaresma.

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