O dólar pode continuar sua trajetória de queda, impulsionado por dúvidas sobre a singularidade americana e a gestão da dívida nos EUA. Há potencial para que essa desvalorização se estenda por um período prolongado, não limitado a meses.
Contudo, prever as flutuações cambiais é complicado e deve ser feito com cautela.
O Ibovespa, por sua vez, encontra-se nas máximas históricas, o que é normal, visto que os lucros das empresas devem acompanhar a inflação ao longo do tempo.
A expectativa é que esse ambiente positivo perdure, especialmente com a possibilidade de um influxo de capital em mercados emergentes e uma redução nas taxas de juros no Brasil em 2026, além de uma possível mudança política em direção a uma gestão fiscal mais rigorosa.
O cenário é otimista para os próximos anos, com o potencial para um ciclo favorável de longo prazo.
Em relação à inteligência artificial, acredita-se que ela não substituirá completamente os analistas de investimentos, mas sim os auxiliará a terem acesso a recursos ainda mais sofisticados, melhorando a análise de mercado e reduzindo a assimetria informacional.
Para investidores iniciantes, há recomendações de ações de diferentes setores da economia.

