A venda do TikTok nos Estados Unidos é uma exigência de uma legislação sancionada em 2024, que estipulava que a plataforma deveria alienar seus ativos até 19 de janeiro de 2025, sob a ameaça de ser banida.
Desde a promulgação, o ex-presidente Trump já prorrogou essa data três vezes, sendo a mais recente até 17 de setembro, justificando a extensão devido à ausência de avanços significativos nas negociações.
Um esboço de acordo foi feito na primavera do hemisfério norte, que previa a formação de uma nova empresa sediada nos Estados Unidos, administrada por investidores norte-americanos.
Contudo, as conversações foram interrompidas quando a China indicou que não aprovaria a transação, especialmente após comentários de Trump sobre aumento de tarifas para produtos chineses.
Apesar das tensões entre os países, Trump reconhece a importância do TikTok em sua estratégia eleitoral, atribuindo à plataforma parte de seu aumento de popularidade entre os eleitores mais jovens nas eleições de novembro.
Por sua vez, a ByteDance, empresa que controla o TikTok, ainda não se manifestou oficialmente sobre a nova proposta de venda mencionada por Trump.

